São Paio de Oleiros e a Sua história
A história Oleirense remonta ao período Calculítico.
A primeira vez que S. Paio de Oleiros é mencionado data de 1090 num inventário de bens.
O nome da nossa terra, dizem certas pessoas antigas, vem de antigamente existir muito barro e homens que o trabalhavam (oleiros).
Esta povoação antiga era estritamente rural, dedicando-se à agricultura e criação de gado que exportava para Inglaterra.
Havia muitos moinhos de água e já em 1758 existia também um engenho de papel.
Em 1811, Joaquim de Sá Couto fundou uma das mais antigas fábricas de papel de mortalha (tabaco) e papel selado.
Em 1855 inaugurou-se uma fábrica de ficção de algodão que dava emprego a 130 operários.
Em 1908, o rei D. Manuel II inaugurou a linha do Vale do Vouga.
No ano seguinte inaugurou-se também o nosso hospital, por Joaquim de Sá Couto.
Realiza-se desde tempos imemoráveis e festa em honra da Nossa Senhora da Saúde e que foi considerada a maior romaria do Distrito de Aveiro.
Para patrono escolheram o Mártir Pelágio que em 1925 foi martirizado pelos muçulmanos, Pelágio com o tempo chamou-se Payo (Paio).
A primeira igreja de Oleiros data do século X e ficava no lugar de Vila Boa. Existiu outra igreja junto ao cemitério até à construção da igreja nova (1855).
S. Paio de Oleiros, hoje vila, enquadrada a N.W. pelo concelho de Santa Maria da Feira. A Norte fica Nogueira da Regedoura, a Oeste Silvalde e Anta, a N.E, Mozelos, a Sul Paços de Brandão e a S.E. Santa Maria de Lamas.